Tô falando de amigos.

Oi, coméquetá?

Tem gente que veio pra terra com o único motivo de te fazer feliz. Te fazer se sentir querida e amada. Não tô falando de família, porque tem gente na família que a gente é “obrigado” a gostar só porque é parente. Tô falando de amigos.

Com 27 anos eu já consigo ver bem quando a pessoa é amiga ou quando ela só tá de passagem, talvez ela volte a fazer uma visita ocasional, mas não vai ficar pra sempre. Não é igual a quando eu tinha 16 anos que todo mundo era amigo. Não, hoje eu posso contar nos dedos os AMIGOS e eu tô muito feliz assim.

Essas pessoas a quem eu tô me referindo nunca me decepcionam. Sabe quando seu amigo fala “não gosto de tal pessoa” e você automaticamente não gosta daquela pessoa também, não importa quem ela seja? Pra mim isso é a maior prova de fidelidade que um amigo pode dar. E eu sei que os amigos que eu tenho hoje fariam isso por mim. E o que eles pedem em troca? Nada além da minha felicidade e do meu amor de volta. E vai falar mal de mim ou fazer alguma coisa pra me magoar, vai! Eles não querem saber se você é o Papa, eles vão querer você bem longe, o mais longe possível, de mim e deles, porque fez mal pra mim, fez mal pra eles também.

Eu sempre achei que a graça era ter muitos amigos, mas conforme eu fui “crescendo” eu percebi que o que importa não é quantidade, é qualidade. Não me importo em ter poucos amigos em quem confiar, contato que eu possa realmente confiar neles. E não é o tempo que trás essa confiança, são demonstrações diárias. Tenho amigo que eu conheço desde pequena, tem amigo que eu conheço há um ano, alguns até menos. E todos esses mostram diariamente que querem meu bem e que eu posso contar com eles. Essas pessoas eu considero como meus irmãos, sou irmã mais nova de uns, mais velha de outros, mas todos são essenciais.

Hoje é com vocês que eu tô falando, eu sei que não preciso citar nomes, porque vocês sabem quem são. Mas eu PRECISO agradecer, do fundo do meu coração, a presença de vocês. Tem horas que eu não consigo encontrar a força que eu tenho dentro de mim e é nessas horas que vocês aparecem e me fazem perceber que as coisas não estão tão ruins assim.

Então, bando de puta e viado: muito obrigada!

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